Pingos de chuva... hálito de Champanhe... toques de notificações...a deixam a pensar... Suas madeixas negras e seus lábios carregados de batom vermelho dão um toque sensual ao corpo em favor acomodado num edredom de estampas florais... Os grossos lábios se prensam...e lá vai ela descrever em emaranhados de letras... as prosas consigo mesmo... com as suas aventuras imaginárias... com o que viveu e raríssimos testemunharam...
Escolheu viver sem plateia seus mais indecentes pensamentos...
Pedra no sapato do acaso a menina moça... madura para formalidades... moleca para vida... e astuta para si ela,.a moça dos contos ardentes... de sussurros malicios anda tentando ser amiga do acaso...
Oras... o acaso a move...
Já que ela é muito mais que um cerebro multifuncional... ela é cor e tom... ora do pecado... ora da moralidade...
Não ousem suspender o muro que ela escala... pois ela adora impulsos...
Páginas brancas tornam se rabiscos com as cinzas das labaredas que tanto a acompanham.... páginas coloridas tem evidenciado o vermelho da paixão...do querer...
Deixem ela livre... por obséquio...
Ela só fica presa a bons abraço...
Do balanço dos cabelos aos do quadril...
Do olhar envolvente ao gesto indecente ela... a dona do LIVRE... joga aos quatro ventos seu modo de ser... felina à alguns...
Adocicada à outros...
A deixem...
Ela faz do silêncio seu arsenal de guerra...

